2º passeio do ano:
Levada do Rei - Ribeiro Bonito
(18-02-2005)
É aqui que normalmente tudo começa e onde costumamos encontrar-nos. Um dia destes ainda vamos lançar um concurso tipo “Descubra as diferenças” pegando na primeira foto de cada uma destas crónicas.
Desta vez o destino era S. Jorge, no lado Norte da ilha, e conseguimos reunir 2 dúzias de DisPortistas para um passeio ao Ribeiro Bonito, incluindo a estreia mais esperada: finalmente a D. Rita, uma histórica do grupo Porto Bay, após muita insistência deu-nos a honra de nos acompanhar.

Uma parte dos participantes já tinha partido à nossa frente e acabou por ir apreciando os diferentes fusos horários na parede do café onde nos esperavam. Por falar nisso, as ponchinhas estavam muito boas.

Mais um pequeno percurso estrada acima e chegámos ao nosso destino: a Levada do Rei. O Sol prometia manter-se à vista, o que era essencial para recuperar bem do destaque do dia: o duche.

Chegando à casa florestal, junto ao tanque de carga, começámos a subida de uma escadaria fresquinha e curta, fácil como tinha sido prometido.




O Nuno, conquistado pelo passeio anterior, apareceu transbordando boa disposição e vontade de tomar a dianteira. Mas como benfiquista que é, este ano fica pela vontade.

É que quem já leu algumas das crónicas das nossas actividades, sabe que quando a Carlota vem, só lhe vemos as costas. A pequena tem uma passada que não dá hipótese.

E o Olívio, depois de por algumas vezes ter tido a paciência de nos transportar pela ilha, finalmente decidiu-se a não ficar à espera e veio connosco. Com a sua Zózima, outra estreia.


Os mais distraídos poderão achar que nestes passeios a paisagem parece sempre igual, mas continuem a ver a crónica até ao fim. É provável que mudem de ideias.


Ausente desde a caminhada inaugural do DisPorto Bay, já lá vai mais de um ano, a Neide regressou na companhia do pai Freitas. Neste passeio ao Ribeiro Bonito as estreias e os regressos acabaram por ser a maioria do pelotão.



As inúmeras tonalidades de verde dominando o panorama, quer olhando para o interior, montes acima, ou para o lado do mar, com a Ilha e Santana no horizonte.


A “nossa” Pestaninha regressou na promessa de um passeio facilinho, depois do par de caminhadas bem puxadas em que tinha participado connosco. A companhia de uma das DisPorto Kids, a Margarida, deve tê-la levado a pensar que por uma vez não a enganámos.


Uma das coisas que torna este percurso ainda mais aliciante nesta altura do ano é a abundância de água, que mesmo no pico do Verão não rareia. Riachos e cascatas são o que não falta pelo caminho.


Ao fim de alguns anos que visita regularmente a nossa ilha, o John confidenciou-nos que nunca tinha feito uma levada. Esta acabou por ser a segunda no espaço de uma semana e, com a companheira Inge, penso que ganhámos um par de adeptos.




Olha. Parece que alguém apanhou um dos fotógrafos mais invisíveis da ilha.


E por falar em fotógrafos, quem julga que isto de tirar retratos é só apontar e carregar no botão, reparem que os nossos complicam um pedaço mais a tarefa.

Mais verde. E olhando para trás, o azul do mar e do céu.


A Dora era para ter vindo, finalmente. Mas desistiu à última da hora. O que dá nisto: é raro o participante que a esquece. Por isso houve logo quem encontrasse de imediato vestígios do vasto património que ela possui espalhado pela ilha.
Onde é que está a Dora?



Para quem não conhece, esta levada tem um pouco de tudo, até um pequeno “furado”. Mas tão pequeno que não justifica o peso adicional de uma lanterna. Mas é bonito.


O Inverno deixa as suas marcas um pouco por todo o lado, como se têm apercebido pelas fotos dos passeios anteriores. Neste caso, não provocou obstáculos de monta, excepto os alagamentos nalguns pontos que acrescentaram alguns “chap-chap” aos sons da floresta.




Ou simplesmente a transbordar o excesso de água encosta abaixo. Bonito de ver e ouvir.

E por falar em ouvir, quando se sente a alguma distância o som desta cascata já sabemos que estamos perto da origem da levada. Está quase. Pelo menos a molha é certa. Mesmo para os prevenidos que levaram chapéu de chuva. Acreditem...




Ultrapassado o obstáculo, já podemos ver à nossa esquerda o Ribeiro Bonito a correr pela floresta abaixo.

E chegámos! Quem chega a este paraíso com o Sol mesmo por cima, furando pela cobertura vegetal desta autêntica catedral natural, só mesmo por amnésia total poderá alguma vez esquecer o espectáculo que este ribeiro oferece em troco de nada.
Tomando de empréstimo as palavras a um nosso amigo que escreve como poucos sobre a beleza natural da nossa ilha, quem chamou “Bonito” a este recanto pecou por excesso de modéstia ou simples falta de vocabulário. “Ribeiro Lindo” seria nome mais apropriado, e mesmo assim...
Deleitem-se com as fotos que se seguem. E arrependa-se quem ainda não foi lá.




Um dos nossos fotógrafos habituais, que costumava ter tendências para criações tipo “Onde está o Wally?”, neste dia decidiu aplicar-se mais na vertente de paparazzo.
Quis deixar no ar algo de comprometedor com esta foto, e reconheça-se que o fez com profissionalismo: como os paparazzi a sério até foi ao pormenor de desfocar a imagem q.b. para parecer um momento clandestino. É de mestre.

Mas teve azar. A Lucy, sem grande trabalho, tirou a mesma cena de outro ângulo, desmontando na totalidade os propósitos do maroto. Afinal um diálogo perfeitamente inocente sobre a beleza do cenário.

Além disso, este local presta-se a uma paragem para recuperar forças para o regresso. Está na hora do piquenique.



Não era o caso, mas quem não trouxer alimento para o corpo, o que não falta é alimento para a alma.



E para que os comodistas que decidiram ficar em casa agarrados ao controlo remoto possam partilhar um pouco o que nós vimos, houve quem fosse obrigado a colocar-se em posições pouco ortodoxas para capturar as imagens que se seguem. Valeu a pena.









Está quase na hora do regresso. É impressão minha, ou o nosso amigo “morcão” aqui foi apanhado numa expressão que faz lembrar o “Estebes”, grande jornalista da “bola” e melhor amigo da pinga?


Quando se regressa pelo mesmo caminho, há coisas que se repetem. Por exemplo, o duche.
Desta vez o Ivo decidiu ir à frente e ser o primeiro a sentir o toque gélido da cascata.

Agora reparem neste impermeável cor-de-rosa. Parece que houve quem se deliciasse com o chuveiro um pouco mais que a média, o que é uma boa desculpa para fazer de vai-vem. Ora vejam: Um...

... Dois...

... Três...

I’m singing in the rain, just singing in the rain, what a glorious feeling, I’m happy again!!!...

... Quatro! E esta última foi para deixar o chapéu de chuva para quem “precisasse”.

O Bruno foi outra das estrelas da queda de água, tendo contribuído para minorar o impacto na passagem a diversos participantes, em ambas as direcções. Parece que é de família.
Um “muito obrigado” em nome de todo o grupo.

Quem não souber o que se passou aqui vai pensar talvez que o John nada tem de gentleman. Bem que poderia ter partilhado a sombrinha com a sua Inge. Na verdade, não é o que parece: ela queria mesmo levar uma valente “banhada”.

E aqui temos a nossa governanta favorita no seu elemento favorito. Foi uma limpeza. Parece que ganhámos mais uma adepta para futuras actividades.

A mania que a Dina tem para as inclinações, ainda por cima para o lado do abismo. Mais à frente vão ver como isso até afecta as fotografias que tira.


Parece que com a ajuda matreira do vento o impermeável da Filipa “embalou”. Mais uma que mesmo assim não evitou a molha.

Esta aqui tem história. Como não conseguimos fotografar o Beto na primeira passagem, ele fez questão de ficar numa desta vez. Vai daí o fotógrafo malandro fingiu que ainda não tinha conseguido tirar a foto e obrigou-o a recuar algumas vezes para ficar no boneco. A foto já estava e ele ficou encharcado na perfeição. E um sorriso aberto.
Quem acabou por ser uma vítima inocente da brincadeira foi a Lucy que foi obrigada a esperar um pouco atrás, já na zona de molha certa.

A Renke bem levou o chapelinho, mas pelo aspecto das roupas parece que foi só para a fotografia. A sorte desta gente toda é que a seguir teve solinho à espera...

O Olívio e a Zózima apostaram na velocidade para tentarem evitar o inevitável. Acho que ainda foi pior, eh, eh.

“O último Samurai”? É o que faz lembrar. E o aspecto enxuto é invejável. Deve ter passado nos espaços entre as gotas de água.

Dina, espera aí! O caminho é para o outro lado!

Pelo ar de satisfação parece que as passagens prévias tinham sabido a pouco.

Ora, cá está. Lembram-se do que eu disse há pouco das “inclinações” da Dina?

Para sorte do guia, parece que o duche não programado foi a gosto da generalidade dos participantes. Mas na verdade, se não fosse este solinho para lhes aquecer os ossos, acho que a esta hora não estaria aqui a escrever isto.



Já perto do final da nossa caminhada encontramos alguns troncos como este, cobertos de trepadeiras. Resulta neste aspecto inusitado.

Mesmo assim, houve quem sentisse que demorava a chegar ao encontro do “comerinho” previsto para o final e decidiu reabastecer em movimento.

Por uma vez o final foi a descer e não se ouviram reclamações.

A nossa “papa-léguas” é que para o final lhe deu para a babosice e convenceu o papá a carregá-la. Um par de corações moles?

Chegados às viaturas esperava-nos uma surpresa: estavam todos decorados com estas florzinhas.

Logo esclarecemos o mistério: esperava-nos também o presidente do DisPorto Bay, aparentemente já em ambiente de pré-campanha tentando angariar votos.
As canadianas parece que foram o resultado de tentar experimentar o método “socrático” numa recente digressão às neves suíças.

Mas caminhada DisPorto Bay sem festa à volta da mesa no final seria coisa triste, por isso rumámos de imediato à “Casa de Palha”, ali atrás da igreja de S. Jorge.

Alguns optaram pela especialidade da casa, este “Consommé de Marisco”, que é servido num “casqueiro” de bom pão caseiro a que é retirado parte do miolo e assim serve de tigela, que também se pode comer. Boa ideia para lavar menos louça no final.

Mas o verdadeiro convidado de honra guardou-se para o final. Lembram-se do Lucas? No passeio anterior ainda andava na barriga da mãe. Ei-lo aqui finalmente ao ar livre, nos braços de mais uma avó babada. Bem vindo à família DisPorto Bay.

Espero que tenham gostado de mais este relato. Dia 25 de Março há mais: a pedido de várias famílias vamos rumar para a ponta mais oriental da ilha e caminhar pela Ponta de São Lourenço. Apareçam!
Vários participantes fizeram questão em trazer a sua maquineta para tirar retratos, bastantes. E alguns contribuíram para este relato: Carlos Rodrigues, Dina Gonçalves, Lucy Stegeman, Neide Freitas, Paulo Matos, Suzano Sousa e Virgílio Silva.
Desta vez o destino era S. Jorge, no lado Norte da ilha, e conseguimos reunir 2 dúzias de DisPortistas para um passeio ao Ribeiro Bonito, incluindo a estreia mais esperada: finalmente a D. Rita, uma histórica do grupo Porto Bay, após muita insistência deu-nos a honra de nos acompanhar.

Uma parte dos participantes já tinha partido à nossa frente e acabou por ir apreciando os diferentes fusos horários na parede do café onde nos esperavam. Por falar nisso, as ponchinhas estavam muito boas.

Mais um pequeno percurso estrada acima e chegámos ao nosso destino: a Levada do Rei. O Sol prometia manter-se à vista, o que era essencial para recuperar bem do destaque do dia: o duche.

Chegando à casa florestal, junto ao tanque de carga, começámos a subida de uma escadaria fresquinha e curta, fácil como tinha sido prometido.




O Nuno, conquistado pelo passeio anterior, apareceu transbordando boa disposição e vontade de tomar a dianteira. Mas como benfiquista que é, este ano fica pela vontade.

É que quem já leu algumas das crónicas das nossas actividades, sabe que quando a Carlota vem, só lhe vemos as costas. A pequena tem uma passada que não dá hipótese.

E o Olívio, depois de por algumas vezes ter tido a paciência de nos transportar pela ilha, finalmente decidiu-se a não ficar à espera e veio connosco. Com a sua Zózima, outra estreia.


Os mais distraídos poderão achar que nestes passeios a paisagem parece sempre igual, mas continuem a ver a crónica até ao fim. É provável que mudem de ideias.


Ausente desde a caminhada inaugural do DisPorto Bay, já lá vai mais de um ano, a Neide regressou na companhia do pai Freitas. Neste passeio ao Ribeiro Bonito as estreias e os regressos acabaram por ser a maioria do pelotão.



As inúmeras tonalidades de verde dominando o panorama, quer olhando para o interior, montes acima, ou para o lado do mar, com a Ilha e Santana no horizonte.


A “nossa” Pestaninha regressou na promessa de um passeio facilinho, depois do par de caminhadas bem puxadas em que tinha participado connosco. A companhia de uma das DisPorto Kids, a Margarida, deve tê-la levado a pensar que por uma vez não a enganámos.


Uma das coisas que torna este percurso ainda mais aliciante nesta altura do ano é a abundância de água, que mesmo no pico do Verão não rareia. Riachos e cascatas são o que não falta pelo caminho.


Ao fim de alguns anos que visita regularmente a nossa ilha, o John confidenciou-nos que nunca tinha feito uma levada. Esta acabou por ser a segunda no espaço de uma semana e, com a companheira Inge, penso que ganhámos um par de adeptos.




Olha. Parece que alguém apanhou um dos fotógrafos mais invisíveis da ilha.


E por falar em fotógrafos, quem julga que isto de tirar retratos é só apontar e carregar no botão, reparem que os nossos complicam um pedaço mais a tarefa.

Mais verde. E olhando para trás, o azul do mar e do céu.


A Dora era para ter vindo, finalmente. Mas desistiu à última da hora. O que dá nisto: é raro o participante que a esquece. Por isso houve logo quem encontrasse de imediato vestígios do vasto património que ela possui espalhado pela ilha.
Onde é que está a Dora?



Para quem não conhece, esta levada tem um pouco de tudo, até um pequeno “furado”. Mas tão pequeno que não justifica o peso adicional de uma lanterna. Mas é bonito.


O Inverno deixa as suas marcas um pouco por todo o lado, como se têm apercebido pelas fotos dos passeios anteriores. Neste caso, não provocou obstáculos de monta, excepto os alagamentos nalguns pontos que acrescentaram alguns “chap-chap” aos sons da floresta.




Ou simplesmente a transbordar o excesso de água encosta abaixo. Bonito de ver e ouvir.

E por falar em ouvir, quando se sente a alguma distância o som desta cascata já sabemos que estamos perto da origem da levada. Está quase. Pelo menos a molha é certa. Mesmo para os prevenidos que levaram chapéu de chuva. Acreditem...




Ultrapassado o obstáculo, já podemos ver à nossa esquerda o Ribeiro Bonito a correr pela floresta abaixo.

E chegámos! Quem chega a este paraíso com o Sol mesmo por cima, furando pela cobertura vegetal desta autêntica catedral natural, só mesmo por amnésia total poderá alguma vez esquecer o espectáculo que este ribeiro oferece em troco de nada.
Tomando de empréstimo as palavras a um nosso amigo que escreve como poucos sobre a beleza natural da nossa ilha, quem chamou “Bonito” a este recanto pecou por excesso de modéstia ou simples falta de vocabulário. “Ribeiro Lindo” seria nome mais apropriado, e mesmo assim...
Deleitem-se com as fotos que se seguem. E arrependa-se quem ainda não foi lá.




Um dos nossos fotógrafos habituais, que costumava ter tendências para criações tipo “Onde está o Wally?”, neste dia decidiu aplicar-se mais na vertente de paparazzo.
Quis deixar no ar algo de comprometedor com esta foto, e reconheça-se que o fez com profissionalismo: como os paparazzi a sério até foi ao pormenor de desfocar a imagem q.b. para parecer um momento clandestino. É de mestre.

Mas teve azar. A Lucy, sem grande trabalho, tirou a mesma cena de outro ângulo, desmontando na totalidade os propósitos do maroto. Afinal um diálogo perfeitamente inocente sobre a beleza do cenário.

Além disso, este local presta-se a uma paragem para recuperar forças para o regresso. Está na hora do piquenique.



Não era o caso, mas quem não trouxer alimento para o corpo, o que não falta é alimento para a alma.



E para que os comodistas que decidiram ficar em casa agarrados ao controlo remoto possam partilhar um pouco o que nós vimos, houve quem fosse obrigado a colocar-se em posições pouco ortodoxas para capturar as imagens que se seguem. Valeu a pena.









Está quase na hora do regresso. É impressão minha, ou o nosso amigo “morcão” aqui foi apanhado numa expressão que faz lembrar o “Estebes”, grande jornalista da “bola” e melhor amigo da pinga?


Quando se regressa pelo mesmo caminho, há coisas que se repetem. Por exemplo, o duche.
Desta vez o Ivo decidiu ir à frente e ser o primeiro a sentir o toque gélido da cascata.

Agora reparem neste impermeável cor-de-rosa. Parece que houve quem se deliciasse com o chuveiro um pouco mais que a média, o que é uma boa desculpa para fazer de vai-vem. Ora vejam: Um...

... Dois...

... Três...

I’m singing in the rain, just singing in the rain, what a glorious feeling, I’m happy again!!!...

... Quatro! E esta última foi para deixar o chapéu de chuva para quem “precisasse”.

O Bruno foi outra das estrelas da queda de água, tendo contribuído para minorar o impacto na passagem a diversos participantes, em ambas as direcções. Parece que é de família.
Um “muito obrigado” em nome de todo o grupo.

Quem não souber o que se passou aqui vai pensar talvez que o John nada tem de gentleman. Bem que poderia ter partilhado a sombrinha com a sua Inge. Na verdade, não é o que parece: ela queria mesmo levar uma valente “banhada”.

E aqui temos a nossa governanta favorita no seu elemento favorito. Foi uma limpeza. Parece que ganhámos mais uma adepta para futuras actividades.

A mania que a Dina tem para as inclinações, ainda por cima para o lado do abismo. Mais à frente vão ver como isso até afecta as fotografias que tira.


Parece que com a ajuda matreira do vento o impermeável da Filipa “embalou”. Mais uma que mesmo assim não evitou a molha.

Esta aqui tem história. Como não conseguimos fotografar o Beto na primeira passagem, ele fez questão de ficar numa desta vez. Vai daí o fotógrafo malandro fingiu que ainda não tinha conseguido tirar a foto e obrigou-o a recuar algumas vezes para ficar no boneco. A foto já estava e ele ficou encharcado na perfeição. E um sorriso aberto.
Quem acabou por ser uma vítima inocente da brincadeira foi a Lucy que foi obrigada a esperar um pouco atrás, já na zona de molha certa.

A Renke bem levou o chapelinho, mas pelo aspecto das roupas parece que foi só para a fotografia. A sorte desta gente toda é que a seguir teve solinho à espera...

O Olívio e a Zózima apostaram na velocidade para tentarem evitar o inevitável. Acho que ainda foi pior, eh, eh.

“O último Samurai”? É o que faz lembrar. E o aspecto enxuto é invejável. Deve ter passado nos espaços entre as gotas de água.

Dina, espera aí! O caminho é para o outro lado!

Pelo ar de satisfação parece que as passagens prévias tinham sabido a pouco.

Ora, cá está. Lembram-se do que eu disse há pouco das “inclinações” da Dina?

Para sorte do guia, parece que o duche não programado foi a gosto da generalidade dos participantes. Mas na verdade, se não fosse este solinho para lhes aquecer os ossos, acho que a esta hora não estaria aqui a escrever isto.



Já perto do final da nossa caminhada encontramos alguns troncos como este, cobertos de trepadeiras. Resulta neste aspecto inusitado.

Mesmo assim, houve quem sentisse que demorava a chegar ao encontro do “comerinho” previsto para o final e decidiu reabastecer em movimento.

Por uma vez o final foi a descer e não se ouviram reclamações.

A nossa “papa-léguas” é que para o final lhe deu para a babosice e convenceu o papá a carregá-la. Um par de corações moles?

Chegados às viaturas esperava-nos uma surpresa: estavam todos decorados com estas florzinhas.

Logo esclarecemos o mistério: esperava-nos também o presidente do DisPorto Bay, aparentemente já em ambiente de pré-campanha tentando angariar votos.
As canadianas parece que foram o resultado de tentar experimentar o método “socrático” numa recente digressão às neves suíças.

Mas caminhada DisPorto Bay sem festa à volta da mesa no final seria coisa triste, por isso rumámos de imediato à “Casa de Palha”, ali atrás da igreja de S. Jorge.

Alguns optaram pela especialidade da casa, este “Consommé de Marisco”, que é servido num “casqueiro” de bom pão caseiro a que é retirado parte do miolo e assim serve de tigela, que também se pode comer. Boa ideia para lavar menos louça no final.

Mas o verdadeiro convidado de honra guardou-se para o final. Lembram-se do Lucas? No passeio anterior ainda andava na barriga da mãe. Ei-lo aqui finalmente ao ar livre, nos braços de mais uma avó babada. Bem vindo à família DisPorto Bay.

Espero que tenham gostado de mais este relato. Dia 25 de Março há mais: a pedido de várias famílias vamos rumar para a ponta mais oriental da ilha e caminhar pela Ponta de São Lourenço. Apareçam!
Vários participantes fizeram questão em trazer a sua maquineta para tirar retratos, bastantes. E alguns contribuíram para este relato: Carlos Rodrigues, Dina Gonçalves, Lucy Stegeman, Neide Freitas, Paulo Matos, Suzano Sousa e Virgílio Silva.
4 Comentário(s):
Já fiz este percurso duas vezes, mas sem a parte do chuveiro...eh eh eh.
Gostei da maioria das fotos e deu para ver que os vossos passeios estão a ficar concorridos...já não há espaço para mais ninguém LOL.
A cena do "Clube da Poncha" é que parte o esquema todo :D.
Continuem o bom trabalho...
"Taninha do Blog"
Olá "Taninha do Blog",
A menina parece que tirou o dia para pegar comigo.
"Já não há espaço para mais ninguém?". Alguma vez alguém ficou em terra nas nossas actividades?
Pode continuar comentando, mas já agora inscreva-se.
Quanto à poncha, só lhe conhecemos qualidades, mas se não quiser mais fica.
Bonitas fotos! E já agora agradeço ao Virgílio por adicionar um link ao meu blog.
Dei umas gargalhadas com a cena do chuveiro...mais uma bela caminhada e ainda mais belas fotos.
Em Julho, se correr td bem, vou fazer essa levada.
Pelo menos, a cascata deve levar menos água, será um passeio com menos emoção
ESCREVER UM COMENTÁRIO
<< Home