Carnaval 2006 — Cortejo Trapalhão:
O desfile dos DisPorTuristas
(28-03-2006)
Enquanto a maioria ainda almoçava, o Sr. Agostinho chegou com a sua camioneta ao Porto Santa Maria e de imediato começámos a trabalhar na decoração.
A instabilidade meteorológica levou-nos a acrescentar o chapelão em cima da hora. Mas como é hábito nos folguedos madeirenses mais uma vez a chuva não passou de ameaça.


Entretanto, lá dentro as nossas colegas do Captain's Bar, apesar de não poderem ir, não perderam a oportunidade de celebrar a data, mascarando-se de bonecas.

Cada vez mais, os nossos clientes também participam nas nossas actividades. Desta vez, espontaneamente, um nosso hóspede que casualmente tomava um copo no bar, apercebeu-se da nossa azáfama e “exigiu” logo que as nossas meninas o mascarassem de igual para poder participar no desfile. Parece feliz.

Veio logo exibir-se para o exterior, mesmo as bonecas podem ter o seu quê de vaidosas, mas parece que houve quem não quisesse intimidades.

Começam a chegar os nossos DisPorTuristas. Aqui está, acabado de chegar da Escócia, o MacMorcão, também conhecido pela alcunha de “Rótulo Vermelho”, depois de um par de horas passado ao nosso sol...

... um par de princesas...

... e nem mais nem menos que a Miss Rita Pepsodent.

A fada Maria trouxe mais um DisPorTurista, o Tony Fourlegs.

Que como é seu apanágio, veio preparado para qualquer eventualidade.

Fiel às suas origens, o MacMorcão foi logo verificar o equipamento de distribuição da surpresa da tarde.

“Please, eu não encontrar o Lagoa dos Sete Cidades nesta mapa. Poder ajudar a mim?”. Ó filha, parece que te enganaste no arquipélago. Temos Ponta Delgada, mas a Lagoa, não.

Hora de começar a colocar os nossos “DisPorto Kids” em posição.


A Lulu achou muita graça a termo-nos lembrado uma vez mais da nossa “sempre ausente-sempre presente” Dora.

Mas parece que ainda não tinha reparado que ela também teve direito a uma referência especial na frente da viatura.

E não foi a única, eh, eh...

As princesas também trouxeram companhia. A Barbara Tapioca que, como boa DisPorTurista, já tirava fotografias a tudo o que se mexesse.

Está quase na hora. Tempo para as últimas fotos antes do calor da Avenida.

Acabado de chegar para promover a sua poncha conventual, o abade Carmelo Virgolino aproveitou para confraternizar com uma das suas fiéis.

Gente profissional é mesmo assim. Nenhum detalhe é descurado e os retoques para aperfeiçoar são obrigatórios até ao último instante.


Acabadinha de chegar dos claustros do Convento Namber Tu, ali para Câmara de Lobos, o Tony Fourlegs coloca a preciosa poncha conventual de maracujá no dispenser para gáudio da multidão que nos espera na Avenida. E não só...

Lulu Whitesocks e MacMorcão trocando impressões sobre a sua estadia na ilha.

Últimas fotos antes da partida. Os nossos minis estão fantásticos...

... e temos aqui alguns talentos para o Can-Can.

Cá vamos, finalmente.



Logo à saída, deparámo-nos com um grupo de foliões, incluindo um casal de noivos que assim que viram o abade queriam à força ser casados ali mesmo. Mas distribuir a ponchinha era primordial, por isso deu-lhes um par de ponchas e mandou-os voltar no final.

Mais caras conhecidas. Acho que já os vimos no “Sítio do Picapau Amarelo”.



Já tinhamos um Agostinho lá à frente aos comandos da carreta, e nada melhor que outro Agostinho para o outro extremo. A comandar na perfeição a preparação da poncha conventual.
Um dia destes as más línguas ainda vão dizer que este grupo não consegue fazer nada sem uma boa poncha. Conseguir, conseguimos, mas assim ficamos mais felizes.

Parece que os casamentos estão na moda. Ainda mal começámos e cá está o abade a ser solicitado mais uma vez. Esperem, pode ser que vos passe.


Bom, está na hora de apresentar duas gémeas verdadeiras, as irmãs Mimi e Lulu Whitesocks. Tão verdadeiras que até há quem diga que são filhas do mesmo pai.

Este casal está mesmo ansioso por juntar os trapinhos. Voltam à carga e o abade lá tem de lhes dar mais umas ponchas para os acalmar.





O MacMorcão é que parece que só com poncha vai-se abaixo depressa. Ainda no princípio da Avenida e já quer descanso.
Ou isso, ou apenas está a demonstrar um instinto básico.

Fruto do labor incansável da suas mãos, o Sr. Agostinho foi muito solicitado e felicitado pela generalidade dos provadores da nossa poncha.



Os nossos DisPorTuristas brazucas tinham o samba no corpo e revelaram-se difíceis de apanhar na foto. Pelo menos essa foi a desculpa do fotógrafo.
Mas ouviu-se dizer que já era mesmo poncha a mais. Más línguas.

Mas se alguém duvidava das propriedades terapêuticas e analgésicas da poncha conventual de maracujá, reparem no sorriso do Tony Fourlegs ao fim de um par de horas de marcha.

E acabámos ali junto ao Município, em ambiente de grande alegria. Para o ano há mais, de certeza.

Para terminar, um agradecimento especial ao pessoal do “Number Two” que será sempre número um no nosso roteiro de poncha.
A instabilidade meteorológica levou-nos a acrescentar o chapelão em cima da hora. Mas como é hábito nos folguedos madeirenses mais uma vez a chuva não passou de ameaça.


Entretanto, lá dentro as nossas colegas do Captain's Bar, apesar de não poderem ir, não perderam a oportunidade de celebrar a data, mascarando-se de bonecas.

Cada vez mais, os nossos clientes também participam nas nossas actividades. Desta vez, espontaneamente, um nosso hóspede que casualmente tomava um copo no bar, apercebeu-se da nossa azáfama e “exigiu” logo que as nossas meninas o mascarassem de igual para poder participar no desfile. Parece feliz.

Veio logo exibir-se para o exterior, mesmo as bonecas podem ter o seu quê de vaidosas, mas parece que houve quem não quisesse intimidades.

Começam a chegar os nossos DisPorTuristas. Aqui está, acabado de chegar da Escócia, o MacMorcão, também conhecido pela alcunha de “Rótulo Vermelho”, depois de um par de horas passado ao nosso sol...

... um par de princesas...

... e nem mais nem menos que a Miss Rita Pepsodent.

A fada Maria trouxe mais um DisPorTurista, o Tony Fourlegs.

Que como é seu apanágio, veio preparado para qualquer eventualidade.

Fiel às suas origens, o MacMorcão foi logo verificar o equipamento de distribuição da surpresa da tarde.

“Please, eu não encontrar o Lagoa dos Sete Cidades nesta mapa. Poder ajudar a mim?”. Ó filha, parece que te enganaste no arquipélago. Temos Ponta Delgada, mas a Lagoa, não.

Hora de começar a colocar os nossos “DisPorto Kids” em posição.


A Lulu achou muita graça a termo-nos lembrado uma vez mais da nossa “sempre ausente-sempre presente” Dora.

Mas parece que ainda não tinha reparado que ela também teve direito a uma referência especial na frente da viatura.

E não foi a única, eh, eh...

As princesas também trouxeram companhia. A Barbara Tapioca que, como boa DisPorTurista, já tirava fotografias a tudo o que se mexesse.

Está quase na hora. Tempo para as últimas fotos antes do calor da Avenida.

Acabado de chegar para promover a sua poncha conventual, o abade Carmelo Virgolino aproveitou para confraternizar com uma das suas fiéis.

Gente profissional é mesmo assim. Nenhum detalhe é descurado e os retoques para aperfeiçoar são obrigatórios até ao último instante.


Acabadinha de chegar dos claustros do Convento Namber Tu, ali para Câmara de Lobos, o Tony Fourlegs coloca a preciosa poncha conventual de maracujá no dispenser para gáudio da multidão que nos espera na Avenida. E não só...

Lulu Whitesocks e MacMorcão trocando impressões sobre a sua estadia na ilha.

Últimas fotos antes da partida. Os nossos minis estão fantásticos...

... e temos aqui alguns talentos para o Can-Can.

Cá vamos, finalmente.



Logo à saída, deparámo-nos com um grupo de foliões, incluindo um casal de noivos que assim que viram o abade queriam à força ser casados ali mesmo. Mas distribuir a ponchinha era primordial, por isso deu-lhes um par de ponchas e mandou-os voltar no final.

Mais caras conhecidas. Acho que já os vimos no “Sítio do Picapau Amarelo”.



Já tinhamos um Agostinho lá à frente aos comandos da carreta, e nada melhor que outro Agostinho para o outro extremo. A comandar na perfeição a preparação da poncha conventual.
Um dia destes as más línguas ainda vão dizer que este grupo não consegue fazer nada sem uma boa poncha. Conseguir, conseguimos, mas assim ficamos mais felizes.

Parece que os casamentos estão na moda. Ainda mal começámos e cá está o abade a ser solicitado mais uma vez. Esperem, pode ser que vos passe.


Bom, está na hora de apresentar duas gémeas verdadeiras, as irmãs Mimi e Lulu Whitesocks. Tão verdadeiras que até há quem diga que são filhas do mesmo pai.

Este casal está mesmo ansioso por juntar os trapinhos. Voltam à carga e o abade lá tem de lhes dar mais umas ponchas para os acalmar.





O MacMorcão é que parece que só com poncha vai-se abaixo depressa. Ainda no princípio da Avenida e já quer descanso.
Ou isso, ou apenas está a demonstrar um instinto básico.

Fruto do labor incansável da suas mãos, o Sr. Agostinho foi muito solicitado e felicitado pela generalidade dos provadores da nossa poncha.



Os nossos DisPorTuristas brazucas tinham o samba no corpo e revelaram-se difíceis de apanhar na foto. Pelo menos essa foi a desculpa do fotógrafo.
Mas ouviu-se dizer que já era mesmo poncha a mais. Más línguas.

Mas se alguém duvidava das propriedades terapêuticas e analgésicas da poncha conventual de maracujá, reparem no sorriso do Tony Fourlegs ao fim de um par de horas de marcha.

E acabámos ali junto ao Município, em ambiente de grande alegria. Para o ano há mais, de certeza.

Para terminar, um agradecimento especial ao pessoal do “Number Two” que será sempre número um no nosso roteiro de poncha.
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